segunda-feira, 28 de julho de 2008

Retorno ao Atelier

Vida, um eterno fluxo de idas e vindas onde os caminhos nunca são os mesmos. Andar entre os reflexos de nossos atos... entre risos e olhares que questionam o universo, por alguns momentos percebemos a realidade por traz do espelho, e descobrimos que o tempo não passa do percurso da nossa consciência nos matizes das cores de Deus. Na geometria se disolvem as crenças. Retorno ? impossível, nunca fomos, sempre estivemos aqui. É que a natureza gosta de brincar , ao final que é nossa vida além de um jogo de crianças no jardim ideal de nosso sonho. rsss... (Foto: ELton Damasio)

domingo, 27 de julho de 2008

A Dama e o Cavalheiro.


Entre sonhos, devaneios e sombras perturbadoras, algumas vezes achamos nossos caminhos. Como numa miragem rápida quase alucinante temos que transferir nossas visões a realidade: tela num canto qualquer atrelada ao ser revolvendo suas memórias. Na distinção suprema em cores primárias eis que o toque elgante da pincelada na mágia da modelagem: meus Mestres.

sábado, 12 de julho de 2008

Reflexo azul

Em alguma página, de algum livro de Freud, estava escrito mais ou menos assim: Se todos tivessem acreditado quando Eu falava verdades como um palhaço... e chorava como uma criança... Não é por ignorar fatos, nem para renegar valores e sim para e pôr acreditar que sempre é possível evoluir aprender sonhar e sorrir.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Mãe: Feliz Aniversario - 29.06.2008 : 88 anos de vida.

A cada ano que passa a luz de teus olhos ilumina meu caminho, sigo mais tuas pegadas, meu coração entende teus gestos, encontro os motivos escondidos nos teus atos de amor ... Ha! como é bom ter a mãe nos nossos braços, bem perto . Obrigado senhor !

domingo, 22 de junho de 2008

O homem de Deus

O mistério do monje que caminha solitário à procura das respostas que só Deus pode dar. Nos lugares silenciosos e calmos onde a divindade pode ser percebida sem interferencias mundanas.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Lembranças de meu pai...


Oh! meu Pai, como esquece-lo, se brinco, choro, sonho. Vive, revive. Nas ruas, parques, bosques. No jardim me volto para nossa vida em casa e sua planta preferida: cravo. Num retorno à origem nos meus filhos na igreja que tantas recordações traz: Bom Jesus. No vento que toca meu rosto e agita meus cabelos, como meu pai fazia. Saudades das tardes que sorriamos...